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	<title>Produtopia &#187; Google</title>
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	<description>Tudo o que voce deseja</description>
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		<title>Entre o Android e a Maçã</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavroche Fukuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar do artigo não trazer respostas, eu gostei da forma como o seu autor conseguiu posicionar as várias marcas dentro de um mercado cada dia mais disputado: o dos smartphones e seus sistemas operacionais. Só ficou faltando dizer que a Samsung vem por aí com o Bada, que também promete as mesmas vantagens do Android. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p style="text-shadow: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-2653" style="text-shadow: none;" title="android_vector" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/android_vector.jpg" alt="" width="300" height="300" /><img class="alignnone size-full wp-image-2654" style="text-shadow: none;" title="apple-logo" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/apple-logo.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Apesar do artigo não trazer respostas, eu gostei da forma como o seu autor conseguiu posicionar as várias marcas dentro de um mercado cada dia mais disputado: o dos <strong style="text-shadow: none;">smartphones</strong> e seus <strong style="text-shadow: none;">sistemas operacionais</strong>. Só ficou faltando dizer que a Samsung vem por aí com o Bada, que também promete as mesmas vantagens do Android. Mesmo assim, eu acho que vale a leitura.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;"><em style="text-shadow: none;">Por Rodrigo Gonzalez*</em></p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Ao analisar o mercado de tecnologia da <strong style="text-shadow: none;">informação</strong>, chega-se à conclusão de que os smartphones são a nova fronteira para a distribuição de software.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Em primeiro lugar, há que se considerar que o mercado de computadores já atingiu um ponto de saturação nas economias mais desenvolvidas (quem quer um já tem), mas continua sendo um item razoavelmente caro nos países emergentes. Os aparelhos de celular, por outro lado, são mais acessíveis. Eles estão disponíveis em vários modelos e diferentes faixas de preço e são oferecidos por várias operadoras, que seduzem seus potenciais clientes com ofertas atrativas e amplos financiamentos. Embora os smartphones não sejam exatamente &#8220;baratos&#8221;, é possível adquiri-los em parcelas cada vez mais suaves, e a tendência é que o preço caia rapidamente.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Outra clara vantagem do aparelho de celular é sua ubiquidade. Ele está o tempo todo com o usuário e sempre conectado na rede, o que é um importante diferencial em relação aos computadores, sobretudo os <strong style="text-shadow: none;">desktops</strong>.<br style="text-shadow: none;" /></p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">A grande questão, no que se refere aos smartphones, diz respeito às plataformas de aplicação: qual delas será capaz de se universalizar de forma semelhante à do <strong style="text-shadow: none;">Windows</strong>, que se popularizou entre os usuários de PCs do mundo todo? Vale ressaltar que a transposição do próprio Windows para o formato mobile não correspondeu às expectativas do público. Muito eficiente em computadores, ele não se mostrou tão interessante quando operado via celular.<br style="text-shadow: none;" /></p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">A <strong style="text-shadow: none;">Microsoft</strong>, a <strong style="text-shadow: none;">RIM</strong> &#8211; responsável pela plataforma do <strong style="text-shadow: none;">Blackberry</strong>, que mantém a liderança no meio corporativo -, a <strong style="text-shadow: none;">Palm</strong> e a <strong style="text-shadow: none;">Nokia</strong> também não conseguiram oferecer uma solução definitiva &#8211; no sentido de uma linguagem que se universalizasse e fosse capaz de atrair uma massa significativa de desenvolvedores.<br style="text-shadow: none;" /></p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">A grande novidade veio com o <strong style="text-shadow: none;">iPhone</strong>, da <strong style="text-shadow: none;">Apple</strong>. Nos Estados Unidos, maior mercado consumidor do mundo, a marca de Steve Jobs foi a que mais se aproximou, até o momento, da formação de uma significativa massa crítica de desenvolvedores. É certo que o aparelho não se popularizou o suficiente no mundo corporativo. E há fatores que limitam o potencial de universalização da plataforma do iPhone: um deles é que a Apple cobra pelo kit de desenvolvimento e controla o acesso ao iTunes Application Store; o segundo é que o desenvolvedor é obrigado a submeter suas criações à aprovação da própria Apple, cujos critérios para aprovação são bastante nebulosos; o terceiro diz respeito ao fato de o iPhone ser disponibilizado, nos EUA, por uma só operadora (a AT&amp;T); e, finalmente, temos o fato de a Apple se recusar insistentemente a incorporar o player do Adobe Flash nos seus dispositivos. Será que todo mundo vai querer reformar seus sites só para se tornar acessível aos usuários de iPhones e iPads? Esta é uma boa pergunta, que o mercado ainda não respondeu.<br style="text-shadow: none;" /></p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Neste cenário, quem desponta como uma promessa de universalização e acesso ao livre desenvolvimento é o <strong style="text-shadow: none;">Android</strong>. Ele entra no mercado mundial pelas mãos de vários fabricantes e diferentes operadoras, e embora não tenha a excelência do iPhone em termos de user experience, traz uma perspectiva muito interessante no espaço das plataformas móveis de aplicação. O ponto principal é que ele não está submetido ao controle de uma só empresa, mas de um pool de empresas capitaneadas pelo <strong style="text-shadow: none;">Google</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Temos, portanto, o iPhone, com sua plataforma melhor acabada, mas com restrições, e o Android, em constante aprimoramento e com uma irresistível promessa de liberdade. Quem vencerá essa luta, que em tantos aspectos se parece com o embate travado, duas décadas atrás, entre Macintosh e PC &#8211; e que foi vencida pelo PC justamente por ser uma plataforma que permite instalar novas aplicações de forma fácil e rápida?</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">É cedo para arriscar prognósticos, mas uma coisa é certa: a empresa que conhece a importância de atingir seu público em todos os meios e lugares tem que estar atenta aos rumos dessa disputa.<br style="text-shadow: none;" /> <br style="text-shadow: none;" /> <strong style="text-shadow: none;">* Rodrigo Gonzalez é gerente sênior da BDO, quinta maior empresa do mundo em auditoria, tributos e advisory services.</strong></p>
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		<title>Buzz é o novo serviço Google</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavroche Fukuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante uma coletiva realizada hoje em São Francisco, os executivos do Google anunciaram que o seu mais novo serviço chama-se Buzz, que em Inglês poderia ser traduzido como &#8220;barulho&#8221; ou &#8220;zumbido&#8221;. Estranhamente, o termo Buzz já vinha sendo usado comercialmente pelo Yahoo e por uma rede social chamada www.buzz.com . O serviço anunciado pelo Google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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		</div>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1177" title="googlebuzz-produtopia" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/02/googlebuzz-produtopia.jpg" alt="" width="296" height="118" />Durante uma coletiva realizada hoje em São Francisco, os executivos do Google anunciaram que o seu mais novo serviço chama-se Buzz, que em Inglês poderia ser traduzido como &#8220;barulho&#8221; ou &#8220;zumbido&#8221;. Estranhamente, o termo Buzz já vinha sendo usado comercialmente pelo Yahoo e por uma rede social chamada <a href="http://www.buzz.com" target="_blank">www.buzz.com</a> . O serviço anunciado pelo Google será disponibilizado em <a href="http://www.google.com/buzz" target="_blank">www.google.com/buzz</a>.</p>
<p>No entanto, o Buzz do Google parece ser muito mais uma forma de tornar ainda mais interativo todos os serviços que já são ofereceidos hoje em dia pelo Gmail, ou seja, na nossa opinião não chega a ser algo assim tão inovador. A impressão que ficou é a de que pegaram Gmail, Orkut, Facebook, Twitter, Picasa, You Tube, Google Maps, e todas as outras formas de interação em rede, colocaram tudo no liquidificador, bateram muito bem, e saíram com o Buzz.</p>
<div id="attachment_1174" class="wp-caption alignright" style="width: 354px"><img class="size-full wp-image-1174" title="buzz-google-produtopia" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/02/buzz-google-produtopia.png" alt="" width="344" height="486" /><p class="wp-caption-text">O Google Buzz permitirá compatilhar fotos e vídeos diretamente no Gmail, com integração com Twitter, Flickr e Facebook. </p></div>
<p>Durante as demonstrações foi possível ver que experiências como postar notícias e receber comentários em tempo real, como já acontece com o Facebook, por exemplo, agora podem ser feitas diretamente no seu e-mail. Fotos postadas no Orkut ou no Picasa também passam a ficar disponíveis imediatamente para comentários no seu e-mail.</p>
<p>Uma das coisas interessantes é que o trabalho de anexar fotos a um e-mail ficou bem mais fácil. Se você, por exemplo, deseja enviar fotos que já estão em um site, basta digitar o endereço no corpo do e-mail e as fotos já estarão disponíveis automaticamente para serem anexadas.</p>
<p>A visualização de fotos e vídeos no Gmail também ficou bem mais simples, ainda seguindo o padrão que já era adotado no Orkut.</p>
<p>O Google também apresentou inovações para interações com celulares, todas obviamente integradas ao sistema operacional Android.</p>
<p>O Buzz ainda não estará totalmente disponível nos próximos dias. O seu lançamento (ainda sem uma previsão para o Brasil) acontecerá aos poucos, assim como nós também iremos publicando notícias à medida que mais informações forem chegando.</p>
<p style="text-align: left;">Confira a seguir o vídeo de lançamento do Google Buzz, com áudio original em inglês:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yi50KlsCBio&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/yi50KlsCBio&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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