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	<title>Produtopia &#187; Jogos</title>
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		<title>O Velho Oeste no seu joystick</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 10:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Joly</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo queria escrever sobre esse game. Red Dead Redemption não é exatamente novo. Ele foi lançado oficialmente no fim de 2009, mas até hoje está entre os mais vendidos, todo mês, nos Estados Unidos. Na Verdade, estima-se que, por lá, já foram vendidos algo como 7 milhões de cópias. O jogo foi responsável [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/red_dead_redemption_ps3_cover.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3742" title="red_dead_redemption_ps3_cover" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/red_dead_redemption_ps3_cover-259x300.jpg" alt="" width="259" height="300" /></a>Há algum tempo queria escrever sobre esse game. Red Dead Redemption não é exatamente novo. Ele foi lançado oficialmente no fim de 2009, mas até hoje está entre os mais vendidos, todo mês, nos Estados Unidos. Na Verdade, estima-se que, por lá, já foram vendidos algo como 7 milhões de cópias. O jogo foi responsável por um faturamento de 341 milhões de dólares da fabricante, apenas no segundo trimestre de 2010.</p>
<p>É tão bom assim? Bem, eu já tinha jogado jogos abertos, no estilo GTA, antes. E sempre me diverti. Mas nenhum nível de realismo se compara ao Red Dead. Confesso que, de vez em quando, se estou meio estressado, ligo RDR apenas para dar uma rápida cavalgada pelo velho oeste. Sem missão nenhuma, sem nenhum objetivo direto. Basta ver o pôr do sol nas montanhas e isso consegue me acalmar de uma maneira quase doentia.</p>
<p>Os mais básicos, ou ingênuos, podem dizer que Read Dead Redemption é um GTA ambientado no Velho Oeste. Talvez não estejam tão errados, mas chega a ser uma ofensa definir de forma tão pobre um jogo complexo e refinado como esse. Red Dead Redemption capricha nos detalhes de um modo assombroso. As sombras, a trilha sonora, o figurino, o visual, a fotografia, os cenários, os diálogos, os cavalos. É difícil achar o que mais encanta nesse game. Nota-se, por trás de um mero videogame, uma extensa pesquisa histórica para trazer o Velho Oeste exatamente como ele era, e é justamente isso que tanto encanta.</p>
<p>Red Dead Redemption coloca você no papel de John Marston, um antigo bandido que pertencia a uma quadrilha. Aparentemente regenerado, ele vivia uma vida tranqüila em um rancho com sua família, quando foi obrigado pela polícia federal a retornar ao oeste para matar seus antigos companheiros de bando. E aí começa a história. Como todo game da RockStar, não há um caminho definido a seguir. Red Dead Redemption permite que você siga o caminho do bem, salvando mocinhas de serem estupradas, ou caçando bandidos que roubam cavalos, mas também deixa você matar a tudo e todos, como bem entende. Há um nível de honra e fama, que pode ser positivo ou negativo, conforme suas atitudes no jogo.</p>
<p><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Red-Dead-Redemption-Ride.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3745" title="Red-Dead-Redemption-Ride" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Red-Dead-Redemption-Ride.jpg" alt="" width="560" height="315" /></a>O universo do oeste norte-americano criado pela Rockstar não é tão extenso como a famosa Liberty City dos games famosos do GTA. Mas é incrivelmente realista. O game acontece na fronteira entre Estados Unidos e México, espalhados por vários povoados e pequenas cidades. Note que o momento vivido é o início do século XX. O Velho Oeste como conhecemos já está em decadência. Os postes com eletricidade já se espalham pelo país, mas ainda há muito espaço para as selvagerias que aconteciam naqueles tempos. Carros e telefones já existem, mas são apenas novidades tecnológicas que não conquistaram a todos e surpreendem a muitos. A travessia entre cidades é normalmente feita à cavalo. Mas tome cuidado se parar no caminho. Lobos, coiotes, cobras e até pumas são ameaças freqüentes que podem facilmente deixar você à pé ou simplesmente acabar com sua vida rapidamente.</p>
<p>Red Dead Redemption ganha o jogador justamente pelo inesperado. Mesmo que você não esteja lutando em uma missão ou seguindo o roteiro natural sugerido pelo fabricante, ainda há muito o que fazer. Como devia ser naquela época, a linha entre a vida e a morte é muito tênue, e a qualquer momento você pode se envolver em uma briga ou assaltar um trem que vai para o México e ser caçado pela polícia.</p>
<p>Conforme você vai evoluindo, o jogo – também, seguindo os costumes da Rockstar – vai lhe abrindo novas fronteiras. A chegada ao México é emocionante. E lá, você percebe que o cuidado dos criadores foi ainda maior. Costumes locais, o idioma, as casas, tudo é feito com um capricho que encanta mesmo quem não gosta de videogames. Aliás, Red Dead Redemption é sucesso aqui em casa. Quase sempre, quando vou jogar, alguém fica assistindo as minhas aventuras.<br />
A trilha sonora de Red Dead Redemption é um capítulo à parte. Ela é metamórfica, e vai mudando conforme o momento em que você está. Cavalgue tranqüilo em meio a um cenário de solidão e você escutará um melódico som ambiente, enquanto a natureza se encarrega de fazer o resto do som ao seu redor. Se você se envolve em uma confusão, rapidamente a trilha muda e você se sente parte dos famosos westerns americanos, no melhor estilo John Wayne ou Clint Eastwood.</p>
<p><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/red-dead-redemption-game1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3744" title="red-dead-redemption-game1" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/red-dead-redemption-game1-300x266.jpg" alt="" width="300" height="266" /></a>A customização do jogo é incrível. É possível alternar diversos modos de armas, de roupas e cavalos – ou até mulas. Para passar o tempo, você pode jogar o que havia na época – pôquer, braço-de-ferro ou alguns outros que podem lhe custar os dedos da mão. O modo multiplayer é uma diversão à parte. É possível realizar duelos com outros jogadores nas incríveis cidades, usando as mais variadas armas.</p>
<p>Como não poderia ser, há espaço para melhorar em RDR. Em alguns momentos, o cavalo age de maneira irreal, descendo barrancos sem mexer as patas. Também há pouca interação com o cenário. Não é possível, por exemplo, sentar em uma cadeira qualquer e apenas ver a vida passar. Mas, ainda assim nota-se uma incrível melhoria na jogabilidade em relação aos antecessores de linha similar. Os movimentos de John Marston são extremamente reais, e apenas a forma dele andar já faz você pensar que está na pele de Clint Eastwood.</p>
<p>Já joguei todos os GTA anteriores e me arrisco a dizer que Red Dead Redemption levou a categoria de “jogos abertos” para um patamar acima. Ouso dizer que foi um divisor de águas. Falam por aí, inclusive, que já estariam trabalhando em uma seqüência. Por enquanto, rumores. Aliás, o próprio Red Dead Redemption também é uma continuação. O original foi o Red Dead Revolver, que seguia a mesma linha, mas não chega aos pés do atual.</p>
<p>Poderia passar horas falando deste incrível e quase revolucionário game. Mas deixo o resto para você descobrir em cada cavalgada. Invista cada centavo nesse game, que certamente lhe dará muitos meses de diversão. Dizem que o final desse jogo é um dos melhores já feitos. Calma, eu não cheguei lá – e não quero que ninguém me conte. É a lei do oeste.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/red_dead_redemption1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3743" title="red_dead_redemption1" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/red_dead_redemption1.jpg" alt="" width="563" height="305" /></a><br />
RED DEAD REDEMPTION<br />
XBOX 260 ou PS3<br />
R$ 149,00</p>
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		<title>Até que enfim: um bom jogo de F1</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 17:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Joly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Testados]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos em Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você é como eu e provavelmente nunca teve a chance de pilotar um carro de Fórmula 1, anime-se: esta provavelmente será sua melhor chance de fazer isso até agora. Acabou de chegar ao mercado o esperadíssimo game F1 2010, disponível para XBOX 360, Playstation 3 e PC. Ainda é cedo, mas as previsões indicam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010a.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3665" title="F1 2010a" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010a-210x300.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a>Se você é como eu e provavelmente nunca teve a chance de pilotar um carro de Fórmula 1, anime-se: esta provavelmente será sua melhor chance de fazer isso até agora. Acabou de chegar ao mercado o esperadíssimo game F1 2010, disponível para XBOX 360, Playstation 3 e PC.</p>
<p>Ainda é cedo, mas as previsões indicam que F1 2010 será um sucesso de vendas. Primeiro, pela necessidade. Há vários anos não existe um jogo realmente decente de F-1 no mercado – arrisco dizer que o último bacana foi o jurássico Grand Prix 4, de Geoff Crammond. Este clássico foi lançado com a temporada de 2001 e traz o legado das três versões anteriores – incluindo o embrionário World Circuit, de 1992 – com ele.</p>
<p>O tempo passou e os fãs de F-1 encontraram dezenas de jogos medíocres, que certamente não vale a pena mencionar aqui.</p>
<p>F1 2010 leva a categoria “games de F-1” para um outro nível. Bem, bem acima. Primeiro pela complexidade. E não estou nem falando da jogabilidade em si. Como o próprio mundo da F-1, a corrida é apenas parte da gigantesca teia de negócios e políticas envolvidas. Quando você liga o jogo pela primeira vez, se encontra em uma coletiva de imprensa, cercado por jornalistas e fotógrafos. Ali, dá seu nome, sobrenome, apelido e nacionalidade. Os dados serão usados para criar o seu perfil no jogo. Além disso, você revela para a imprensa em qual equipe irá correr. Não espere uma Ferrari ou McLaren logo de cara. Apenas as “nanicas” estão disponíveis – e você tem de se virar com elas.</p>
<p>À primeira vista, esse formato de jogo lembra o antigo Super Monaco Grand Prix II, que tinha a consultoria do próprio Ayrton Senna, e foi lançado em 1991. Apesar da jogabilidade ser imitada, o bacana daquele game era justamente você chamar a atenção de equipes maiores quando ia conquistando bons resultados.</p>
<p><strong>O quarto poder</strong></p>
<p><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010e.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3669" title="F1 2010e" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010e-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Claro, o F1 2010 eleva, e muito, o nível. A importância da imprensa no game é fundamental. Dê uma declaração infeliz após uma corrida e você terá problemas de relacionamento com seu próprio time ou a organização. Faça um elogio a um concorrente e você poderá ser sondado por ele – ou ser demitido pelo seu chefe.</p>
<p>Tudo é incrivelmente realista em F1 2010. Os detalhes do fim de semana de uma corrida, sua agente, que gerencia sua carreira, as conversas com seu engenheiro durante a prova, a torcida, o seu motorhome&#8230;Aliás, o menu do jogo é justamente no motorhome. Lá, você escolhe, por exemplo, qual a pintura de seu capacete. Além de correr a temporada 2010 com o seu perfil, você pode criar uma temporada à parte, ou correr corridas individuais, usando qualquer piloto do grid – aí, sim, dá para escolher os carros grandes.</p>
<p>Com tantos detalhes, seria um verdadeiro pecado se a jogabilidade fosse ruim. Bem, ela não é ruim, mas não espere facilidade para se manter na pista – a não ser que escolha o nível de dificuldade mais básico (mas, sério, quem quer correr com freios automáticos?). Meus primeiros testes foram com a Lotus. Sofri muito. E continuo sofrendo. Cada curva é um desafio. Ataque a zebra muito forte, e você pode tracionar na saída. Vire muito atrasado e você não conseguirá fazer a curva. Saia do traçado e sinta a sujeira nos pneus fazendo você perder a estabilidade. Nesse sentido, seria bem mais interessante desembolsar mais alguns reais e comprar logo um volante de XBOX.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3667" title="F1 2010c" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010c.jpg" alt="" width="595" height="311" />Quer correr na chuva? F1 2010 caprichou na (falta de) visibilidade sob condições climáticas complicadas. Se você ficar atrás de um carro na chuva, reze para conseguir ver algo. Água e restos de borracha lotam sua viseira em questão de segundos. Ao longo da prova, seu engenheiro vai dando informações sobre a corrida e seu carro.</p>
<p>O jogo é difícil. Se você deseja curtir uma temporada a sério, é necessário criar um poder de concentração enorme. O erro pode surgir em qualquer curva, sem falar nos problemas que vão surgindo ao longo de uma prova – carros ou pedaços deles espalhados pela pista. Para esses errinhos, o jogo traz uma ferramenta interessante do jogo, o Flashback. Com ele, é possível voltar no tempo e corrigir algum erro que você tenha cometido. Basta acessar o replay e ir até o ponto que você quer voltar. Mas, claro, dependendo do nível de dificuldade, o número de flashbacks por corrida é limitado. E, no modo expert, não tem nenhum flashback disponível.</p>
<p>As câmeras para pilotar variam. Há a câmera tradicional no cockpit, acima da cabeça do piloto. Por ela, é bem mais fácil pilotar. Os mais radicais podem escolher a visão do piloto mesmo – e aí verão que a visibilidade é péssima e a percepção das curvas, bem pior.</p>
<p><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010d.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3668" title="F1 2010d" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010d-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>F1 2010 não é só elogios. Em termos de menu, a grande falha é justamente a complexidade. Falta uma opção “quick race”, para quem busca apenas jogar videogame sem passar por toda uma rotina de piloto. Mas, uma vez assimilado, você convive bem. Em relação às corridas, também há alguns problemas. As batidas não são perfeitas. Como em outros jogos, os carros quebram e se desmontam sempre de maneira predeterminada. A maior das questões, no entanto, de vez em quando parece um pouco fácil fazer uma ultrapassagem. Os carros não “fecham a porta” como na vida real. No começo, isso pode ser um pouco frustrante.</p>
<p>Ainda não testei o jogo no modo multiplayer. Então, fico devendo essa.</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>Se você quer um jogo de F-1 decente, encontrou. F1 2010 eleva o nível desse tipo de jogo, finalmente dando algo digno para os consumidores em muitos anos. O game tem tudo para agradar tanto os fãs exigentes, que querem configurar seus carros, quanto aqueles que apenas buscam sentir a emoção de ser um piloto de F-1.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010b.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3666" title="F1 2010b" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/F1-2010b-e1285952862295-300x149.jpg" alt="" width="300" height="149" /></a>F1 2010</p>
<p>(Para Xbox 360, Playsation 3 e PC)</p>
<p>Sai entre R$ 150 a R$ 200.</p>
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		<title>PS3 destravado para jogos piratas</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 18:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavroche Fukuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Console]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
		<category><![CDATA[PS3]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que dessa vez é verdade mesmo. Eu já tinha dado muita risada com o post do &#8220;Diário de Barrelas&#8221;, depois fiquei meio apreensivo com as notícias que rolaram no começo do ano sobre o destravamento feito pelo George Hots &#8211; que no final das contas parece que não deu muito certo, mas agora um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p><a href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ps3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3383" title="ps3" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ps3-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Parece que dessa vez é verdade mesmo. Eu já tinha dado muita risada com o post do &#8220;Diário de Barrelas&#8221;, depois fiquei meio apreensivo com as notícias que rolaram no começo do ano sobre o destravamento feito pelo George Hots &#8211; que no final das contas parece que não deu muito certo, mas agora um vídeo no You Tube parece realmente dar a entender que o PS3 já não é mais o único videogame impenetrável do mercado.</p>
<p>Pelo o que se pode entender, lendo notícias e vendo o vídeo, é que estes hackers conseguiram criar um sistema em que você consegue carregar jogos em um pendrive ou HD externo pela conexão USB. O lance é que você ainda precisará de um disco original para poder fazer o game rodar. A diferença é que no menu você pode então selecionar o pendrive e carregar o jogo da memória e não do disco.</p>
<p>Outro lance ainda não explicado direito seria como fazer esse destravamento. O site Eurogamer diz que você precisará comprar um dispositivo USB e instalar um software. De qualquer forma, se isso for verdade mesmo, pode esperar mais alguns meses até que o tal dispositivo chegue aqui no Brasil. Eu só acredito vendo, mas se você quiser, dá uma olhada no vídeo em que o tal destravamento é demosntrado.</p>
<p>Ah, eles também não dizem se isso só vale pro PS3 Fat ou pro Slim também&#8230; o que eles dizem é que ao contrário do XBox 360, esse destravamento não compromete a sua vida de jogos online.</p>
<p>Talvez só uma notícia como estas para fazer com que a Sony consiga vender o console a R$ 2mil como anunciou na semana passada.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lTxlJTL4ufg&amp;hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/lTxlJTL4ufg&amp;hl=pt&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Metal Gear Solid: Peace Walker (PSP)</title>
		<link>http://www.produtopia.com.br/metal-gear-solid-peace-walker-psp/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 20:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Testados]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
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		<description><![CDATA[Eis que surge um novo título da aclamada série da Konami criada por Hideo Kojima, umas das mentes mais brilhantes da atualidade quando o assunto é videogame. Metal Gear Solid: Peace Walker desenvolve um pouco mais da história de Big Boss, também conhecido como Naked Snake, seguindo como continuação do terceiro episódio, originalmente lançado para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-3143" title="box" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/box-596x1024.jpg" alt="" width="268" height="430" /></p>
<p style="text-align: justify;">Eis que surge um novo título da aclamada série da <strong>Konami</strong> criada por <strong>Hideo Kojima</strong>, umas das mentes mais brilhantes da atualidade quando o assunto é videogame. <strong>Metal Gear Solid: Peace Walker</strong> desenvolve um pouco mais da história de <strong>Big Boss</strong>, também conhecido como <strong>Naked Snake</strong>, seguindo como continuação do terceiro episódio, originalmente lançado para <strong>Playstation 2</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A essa altura, Big Boss já é reconhecido como um grande soldado e parte para seu ambicioso projeto: a construção de sua base de operações, aqui conhecida como <strong>Millitaires Sans Frontieres</strong>. Tal projeto daria origem posteriormente a <strong>Outer Heaven</strong>, mas isso já é outra história. O importante é que essa base de operações proporciona a maior novidade desse Metal Gear, juntamente com o multiplayer, no que diz respeito à jogabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3144" title="metal gear solid peace walker 240909 8" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/metal-gear-solid-peace-walker-240909-8-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" />Mas vamos começar pelo básico. A questão <em>stealth</em>, como não poderia deixar de ser, continua. As fases, também de maneira tradicional, consistem quase sempre em chegar até a um ponto específico do mapa, desencadeando acontecimentos. E a melhor forma de fazer isso é se esgueirando pelo cenário sem ser percebido, o que pra variar é difícil. Essa é uma das características que fazem de Metal Gear um game para jogadores hardcore: não é nunca fácil, exigindo eventualmente que o jogador repita as fases para acertar na condução do personagem. Há também, intercalada às fases principais, algumas outras que proporcionam treinamento de mira, de infiltração e também de combate.</p>
<p style="text-align: justify;">O modo <strong>multiplayer</strong> em Metal Gear é bem interessante porque, de forma inédita na série, a cooperação agora acontece dentro das missões principais, as que determinam os rumos da história. E isso é muito vantajoso quando se está tentando destruir um tanque gigante com mais um grupo de soldados especiais prontos para aniquilar Big Boss. Assim, missões que são extremamente complicadas podem ter sua dificuldade amenizada pelo reforço de jogadores em prol do mesmo objetivo. Mas se você não tiver como encontrar alguém pra jogar junto tão facilmente, não tem problema: dá pra passar as fases em single player. Sem dúvidas, com muito mais esforço.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-3145" title="e3_2009_pw001" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/e3_2009_pw001-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" />A base do grupo paramilitar de Big Boss é um dos grandes atrativos desse Metal Gear. Através de um item chamado <strong>Fulton Recovery System</strong>, você pode recrutar soldados para sua base ficar cada vez mais cheia de profissionais. Como isso funciona? Simples. Quando você atirar com uma arma com tranqüilizador em algum inimigo, enquanto ele estiver desacordado, você se aproxima e utiliza esse item, que consiste num para-quedas que leva seu inimigo às alturas enquanto uma aeronave de sua base o recruta lá em cima. Prontinho. No final das fases você conhece quem são seus novos soldados e quais são suas especialidades. Há várias delas: você pode escalar seu recruta para o time militar propriamente dito; o time de pesquisa e desenvolvimento (onde você cria novos equipamentos e armas), equipe médica (para tratar novos recrutas eventualmente feridos e desenvolver itens de cura para Snake), time de inteligência e até equipe responsável pela alimentação na base. Tudo isso você pode configurar manualmente, analisando as características pessoais de cada indivíduo. Ou pode fazer tudo de maneira automática, o que na verdade nem sempre é tão eficiente, dependendo de suas necessidades de momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de um tempo, você pode enviar <strong>tropas</strong> suas desenvolvidas na Millitaires Sans Frontieres para agir em conflitos armados pelo mundo, escolhendo seus soldados (e veículos como tanques, os quais são possíveis de utilizar aqui também) e montando seus times de ação militar. É muito interessante e com certeza toma um tempo do jogador, mas não se pode negar que é empolgante ver suas tropas resolvendo conflitos e sendo vencedora pelo mundo afora (se forem bem sucedidos). Além das vitórias, novos indivíduos são recrutados também dessas outras partes do mundo, o que contribui também para o aprimoramento de sua equipe na base. Como se pode ver, há muito o que se fazer nesse Metal Gear.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação à <strong>narrativa</strong>, não poderia ser menos cinematográfica. Sem contar muito, a história aborda a intervenção de Snake na <strong>Costa Rica</strong>, a fim de descobrir por que tropas da <strong>CIA</strong> estão agindo num país que aboliu seu exército e o que está por trás disso. A trama ganha relevância logo no começo quando Snake, para ser convencido a aceitar a missão, ouve uma gravação feita numa das bases da CIA no país, onde a voz familiar de <strong>The Boss</strong> pode ser ouvida. Isso pode não significar muito para quem nunca jogou o terceiro episódio, mas nada que uma pesquisa não resolva (esse é o preço a ser pago para quem não jogou todos os episódios da série).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-3146" title="mgpw" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mgpw-1024x580.jpg" alt="" width="614" height="348" /></p>
<p style="text-align: justify;">Toda essa história é contada com gráficos que entram no top dos tops do <strong>PSP</strong>, além de sequências animadas em gráficos de HQ com uma qualidade que salta aos olhos. A trilha sonora é perfeita para as cenas e os atores são muito competentes em seu trabalho de dublagem. Uma coisa legal de salientar é que o título possui muito conteúdo para ser absorvido no que diz respeito a acontecimentos do mundo. Há momentos em que o jogo parece uma verdadeira aula de História Contemporânea, tamanha é a precisão e quantidade das informações. É exatamente isso que proporciona essa contextualização absurda da trama do jogo e a torna extremamente verossímil. Um grande trabalho de roteiro, sem dúvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que por esse review fica um tanto quanto fácil perceber que Metal Gear Solid: Peace Walker é um dos melhores e mais completos jogos já feitos para o portátil da <strong>Sony</strong>, certo?</p>
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		<title>Modnation Racers</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 17:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se há um jogo de corrida realmente viciante no Playstation 3, esse jogo é Modnation Racers. O game, que traz um pouco do gênero de disputas de Mario Kart, vem pelo estúdio que fez Little Big Planet. O que isso significa? Que tudo, absolutamente TUDO, é customizável. O jogo possui um modo career interessante, onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3052" style="text-shadow: none;" title="ModNation-Racers-PS3" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ModNation-Racers-PS3-260x300.jpg" alt="" width="260" height="300" />Se há um jogo de corrida realmente viciante no <strong>Playstation 3</strong>, esse jogo é <strong>Modnation Racers</strong>. O game, que traz um pouco do gênero de disputas de <strong>Mario Kart</strong>, vem pelo estúdio que fez <strong>Little Big Planet</strong>. O que isso significa? Que tudo, absolutamente TUDO, é customizável.</p>
<p style="text-align: justify;">O jogo possui um modo career interessante, onde você possui um personagem inserido numa história e um desenvolvimento que inclui até cenas não-interativas. Mas esse é só o primeiro personagem, porque depois disso o jogador pode criar quantos <strong>avatares </strong>quiser, com as características que desejar colocar. Aí há muito espaço para criatividade e diversidade. É possível escolher desde o formato da cabeça e do rosto até as roupas, sapatos e acessórios. Isso não acontece apenas com o avatar, mas também com seu kart. Há vários modelos, com inúmeras características diferentes, adesivos, rodas, volantes e tudo mais que pode existir num carro de corrida. Até a paleta de cores para mudar o visual é absurda.</p>
<p style="text-align: justify;">E a parte de criações em Modnation Racers não para por aí, muito pelo contrário. O maior atrativo é a <strong>criação de pistas</strong>, onde encontramos outro poço interminável de possibilidades. O jogador pode escolher, assim como nos avatares e nos carros, todos os detalhes, desde o cenário até a trajetória da pista, condições climáticas que ele prefere em sua pista até atalhos, pontes e túneis. É realmente empolgante e viciante. Toda a mecânica de design de fases criada em Little Big Planet e que o fez um jogo tão badalado foi trazida a Modnation Racers, para alegria dos que adoram uma corrida cheia de ação e trapaças.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-3050" style="text-shadow: none;" title="ModNation-Racers" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ModNation-Racers-1024x576.jpg" alt="" width="614" height="346" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de tudo pronto, é hora de correr. O sistema, como já comentado antes, lembra o de Mario Kart. Enquanto os jogadores correm, há itens a serem coletados e que podem ser usados para beneficiar seu personagem ou para prejudicar os adversários. E isso possibilita toda uma dinâmica para as corridas, que se tornam verdadeiros combates. É possível jogar o carro contra o outro, pular obstáculos e até manobras dignas de <strong>Tony Hawk</strong> são feitas com os karts, o que proporciona mais turbo. Há também o drift, as derrapagens que também enchem sua barrinha de turbo e ajudam na hora de curvas mais difíceis.</p>
<p style="text-align: justify;">Com toda essa estrutura na corrida e na criação, é óbvio que o <strong>modo online</strong> não ficaria na desvantagem. Aliás, ele utiliza todas as potencialidades do jogo de uma forma a torná-la compartilhada. Os jogadores podem criar suas pistas e depois colocá-las para disputas multiplayer, com pessoas do mundo todo. Se você estiver correndo no circuito criado por outro jogador e gostar, você pode fazer um “download” daquele cenário e utilizar no seu próprio jogo. Isso possibilita fator infinito no que diz respeito a variedade, assim como acontece com Little Big Planet.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-3053 alignright" style="text-shadow: none;" title="modnation-racers-split-screen-1" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/modnation-racers-split-screen-1.jpg" alt="" width="350" height="197" />Na parte técnica, Modnation Racers também não faz feio. Seus gráficos são caricatos e possuem todo o climão divertido estabelecido pelo jogo. O som também é bom, seguindo essa mesma linha. A única coisa que pode ser considerada um pouco negativa é a quantidade de loadings e o tempo que eles demoram. Faz sentido, afinal estamos falando de um jogo onde você constrói tudo praticamente sem limites, mas mesmo assim é algo sentido pelas pausas entre as corridas e na hora de acessar algum modo de jogo. Contudo, isso não influencia tanto no resultado final, porque a diversão é garantida o tempo todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Modnation Racers é um jogo que funciona tanto para ser casual e para jogar com amigos e família quanto para um jogador mais hardcore, pelas suas possibilidades de criação e multiplayer online. Uma ótima pedida para aqueles que cansaram de jogos de carros ultra-realistas e querem apenas se divertir correndo num kart descolado.</p>
<p style="text-shadow: none;"><img class="aligncenter size-large wp-image-3057" style="text-shadow: none;" title="ModNation-Racers-14" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ModNation-Racers-14-1024x576.jpg" alt="" width="614" height="346" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a style="text-shadow: none;" href="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/modnation-racers-car-customize-creation-screenshot.jpg"><br style="text-shadow: none;" /> </a></p>
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		<title>Uncharted 2 &#8211; Among Thieves</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Das franquias que surgiram no Playstation 3, Uncharted sem dúvidas está entre as melhores. As aventuras de Nathan Drake, cheias de características de Indiana Jones e um pouco de Tomb Raider, levaram muitas pessoas até o título, que já chamava a atenção logo de cara, com gráficos extremamente bonitos. A sequência do primeiro episódio, indo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3010" title="uncharted_2_box1" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/uncharted_2_box1-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" />Das franquias que surgiram no <strong>Playstation 3</strong>, <strong>Uncharted</strong> sem dúvidas está entre as melhores. As aventuras de <strong>Nathan Drake</strong>, cheias de características de <strong>Indiana Jones</strong> e um pouco de <strong>Tomb Raider</strong>, levaram muitas pessoas até o título, que já chamava a atenção logo de cara, com gráficos extremamente bonitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A sequência do primeiro episódio, indo contra a regra, consegue superar a primeira. O aventureiro agora, como o próprio nome do jogo diz, se encontra no meio de um monte de gente só interessada em si mesma. No meio de tudo isso, Drake encontra a possibilidade de descobrir um dos maiores segredos da história: o que aconteceu com <strong>Marco Polo</strong>? Afinal das contas, por onde ele passou?</p>
<p style="text-align: justify;">A estrutura do jogo está levemente aprimorada com relação a <strong>Drake’s Fortune</strong>, a primeira aventura. Agora, além dos quebra-cabeças, da exploração e dos combates com armas de fogo, há também um quesito mais <em>stealth</em>. Mas nada tão elaborado quanto um <strong>Metal Gear Solid</strong>, por exemplo. Na pior das hipóteses, se você for visto, terá que matar todos os inimigos, o que não é tão complicado. Mas nem tão fácil. Sequências como a do trem perseguido por helicópteros, além de deixar o jogador de boca aberta (afinal se trata de uma das melhores cenas de ação desse geração de videogames), demonstram como Uncharted 2 pode ser um jogo de estratégias.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3011" title="uncharted_2_leak_011" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/uncharted_2_leak_011.jpg" alt="" width="565" height="318" /></p>
<p style="text-align: justify;">O desenrolar da história também chama muito a atenção no game. Há uma intensa atmosfera cinematográfica em tudo, desde os personagens até os diálogos, muitos deles cheios de humor, pra quebrar a tensão dos conflitos. Até mesmo quando o jogador está explorando um lugar as câmeras e acontecimentos no meio do gameplay remetem a filmes de ação. É de se espantar que ainda não tenham começado a produção de uma adaptação hollywoodiana do título. Sendo assim, pode-se dizer que Uncharted 2 é jogo bem leve de se jogar, bem divertido e com a dificuldade ideal (considerando o modo normal).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-3009" title="108768_uncharted-2-among-thieves" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/108768_uncharted-2-among-thieves-1024x576.jpg" alt="" width="614" height="346" /></p>
<p style="text-align: justify;">Como já comentado anteriormente, no quesito visual, Uncharted 2 dá um show. Tanto que é considerado um dos melhores gráficos do Playstation 3, ganhando até prêmios por isso. A riqueza de detalhes é absurda, assim com a capacidade que os produtores tiveram de fazer o jogo quase sem <strong>loadings</strong>. É tudo tão competente que mesmo as cenas não-interativas são com os gráficos do próprio gameplay. A trilha sonora e o trabalho de dublagem dos atores para os personagens também é digno de um blockbuster, deixando a experiência muito mais divertida para quem está no controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Então estamos diante de um novo <strong>clássico</strong> dos videogames? A resposta é tão óbvia quanto o deboche de Nathan Drake.</p>
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		<title>Resident Evil 5</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 17:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A franquia de zumbis mais conhecida do planeta tem sua estréia na nova geração com o quinto episódio da série canônica e com rostos conhecidos. O protagonista principal é Chris Redfield, enviado em missão para a África para investigar o que parece ser um surto de mais zumbis e coisas estranhamente suspeitas. Lá, ele encontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2695" title="resident-evil-5-box-art" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/resident-evil-5-box-art-259x300.jpg" alt="" width="259" height="300" />A franquia de zumbis mais conhecida do planeta tem sua estréia na nova geração com o quinto episódio da série canônica e com rostos conhecidos. O protagonista principal é <strong>Chris Redfield</strong>, enviado em missão para a África para investigar o que parece ser um surto de mais zumbis e coisas estranhamente suspeitas. Lá, ele encontra uma parceira, <strong>Sheva Alomar</strong>, que vai ajudá-lo a dar conta dos numerosos inimigos existentes nesse cenário. Além disso, o jogo aborda um pouco do passado de Chris, principalmente no que diz respeito à sua ex-parceira, <strong>Jill Valentine</strong>.</p>
<p>A <strong>Umbrella</strong> já não existe mais. O jogo se passa cronologicamente após o quarto episódio, inclusive com referências às atividades do agente <strong>Leon Kennedy</strong>. As criaturas, inclusive, são compatíveis com as vistas no episódio anterior. E até mesmo algumas estratégias para derrotar alguns oponentes são as mesmas, o que contribui muito para a idéia de <strong>linearidade</strong> dentro de um contexto maior, que é a manutenção de <strong>armas biológicas</strong>, tema abordado desde o início.</p>
<p>O que mais difere o título de seu antecessor é o foco na<strong> ação</strong>. É claro que em alguns momentos o clima de suspense também fica em evidência, com direito a alguns poucos sustos gratuitos. Mas a quantidade de inimigos para se enfrentar é <strong>muito maior</strong> do que normalmente se encontra nos jogos da série. E com um adendo: muitos zumbis agora, por não serem totalmente “inconscientes” de suas ações, possuem <strong>armas</strong>. E não são apenas pedaços de paus ou barras de ferro: são moto-serras, metralhadoras gigantes e tudo o que há de melhor num arsenal competente. Por isso, pode-se concluir que Resident Evil 5 não é um jogo onde o jogador precisa necessariamente matar todos os inimigos, mas sim chegar ao seu objetivo no <strong>mapa</strong>. Até porque não há tanta munição assim.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2696" title="VILLAGE 2" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/VILLAGE-2-1024x652.jpg" alt="" width="610" height="391" /></p>
<p>Apesar da diferença na quantidade de criaturas, a estrutura é bem parecida com a de Resident Evil 4, o que em determinados momentos pode ser um pouco problemático. Isso porque, pelo fato de, na maioria das vezes, o jogador estar cercado de zumbis, o controle das câmeras pode ficar um pouco prejudicado, devido ao vaivém e à agitação dos confrontos. Mas isso não chega a atrapalhar tanto a experiência. O que atrapalha mais é justamente a “ajuda” da nova parceira, Sheva. Em alguns momentos ela realmente fica no meio do caminho, além de pegar alguns itens por conta própria. Mas, assim como a câmera, é uma questão que não compromete o resultado final de uma maneira muito negativa. O problema com Sheva pode ser, por exemplo, resolvido com dois jogadores ao mesmo tempo no modo<strong> multiplayer</strong>, onde um fica no controle de Chris e outro pega o papel da agente.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-2693" title="re5" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/re5-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />Já na parte gráfica e sonora, Resident Evil 5 dá um show. Os personagens principais são extremamente bem modelados, com detalhes como suor, pêlos e expressões faciais muito convincentes. Os zumbis às vezes podem ficar um pouco repetitivos, o que é compensado pelos chefões diferentes, alguns deles gigantescos. A trilha sonora é climática, dando o tom certo para cada cena e ajudando no envolvimento do jogador com a história.</p>
<p>A <strong>Capcom</strong> proporcionou aos jogadores uma experiência mais agitada e levemente menos misteriosa com esse episódio, o que foi bem-vindo, agradando desde os que não jogaram todos os Resident Evil até os fãs de carteirinha. Assim, só nos resta aguardar pelo próximo para encarar os zumbis mais queridos da indústria de games e treinar uns headshots certeiros.</p>
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		<title>God of War 3</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 13:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É chegada a hora da vingança de Kratos. A série que começou no console anterior inovando no que diz respeito a violência, uso de mitologia e gameplay em cenas de ação chega finalmente a sua terceira parte. Os produtores dizem que essa nova história é a última, para dar um fim à saga. Mas&#8230;será mesmo? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.produtopia.com.br%2Fgod-of-war-3%2F"><br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2494" style="text-shadow: none;" title="god of war 3 box art" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/god-of-war-3-box-art-261x300.jpg" alt="" width="209" height="240" />É chegada a hora da vingança de <strong>Kratos</strong>. A série que começou no console anterior inovando no que diz respeito a violência, uso de mitologia e gameplay em cenas de ação chega finalmente a sua terceira parte. Os produtores dizem que essa nova história é a última, para dar um fim à saga. Mas&#8230;será mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Independente de ser a última ou não, o fato é que <strong>God of War 3</strong> tem muito o que ser aproveitado pelos donos de <strong>Playstation 3</strong> de forma exclusiva, mais uma vez. Agora, a fúria de Kratos tem como alvo definitivo o maior dos deuses do Olimpo, Zeus. E, para isso, o espartano que uma vez já foi Deus da Guerra pretende fazer tudo o que for necessário para acabar com aqueles que o traíram.</p>
<p style="text-align: justify;">E tudo é feito com o maior radicalismo possível, desde o conteúdo até a forma. As lutas de God of War 3, ponto alto da série, são as mais violentas e cheias de inimigo de todos os episódios. Há cenas em que o intento é, sem dúvida nenhuma, chocar o jogador e colocá-lo em níveis de adrenalina nunca antes experimentados. As cenas em primeira pessoa, quando os socos vêm em direção à tela, são um exemplo disso. Ou então quando partes dos corpos dos inimigos são arrancados como se fossem galhos podres. Isso é comum, na verdade. Mas, graças ao poderio técnico do Playstation 3, a grandiosidade é multiplicada.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-2495" style="text-shadow: none;" title="god-of-war-3-first-titan-screenshot" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/god-of-war-3-first-titan-screenshot-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" />O início já dá as cartas. Há momentos em que o jogador não sabe se o que está vendo é gameplay ou uma cena em computação gráfica. As coisas se misturam a quase todo momento. A batalha contra Poseidon, também no início do jogo, deixa a certeza de que os motores gráficos foram muito bem utilizados e dá um perfil do que se esperar no decorrer da aventura.</p>
<p style="text-align: justify;">O game possui várias armas, assim como os anteriores, além de outros acessórios imbuídos de mitologia grega, sempre muito bem representada. Os titãs que escalam o Monte Olimpo sintetizam a magnitude do título: são seres inexplicavelmente absurdos, nos quais Kratos é apenas um mero detalhe em termo de tamanho. É assim que God of War 3 se constrói: no <em style="text-shadow: none;">over-the-top</em>, no ponto mais alto do épico, passando essa aura pela trilha sonora e por cenários e batalhas grandiosos.</p>
<p style="text-align: center; text-shadow: none;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2496" style="text-shadow: none;" title="news_e3_god_of_war_3_br_what_happens_next-8017" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/news_e3_god_of_war_3_br_what_happens_next-8017.jpg" alt="" width="470" height="259" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se esse for o <strong>último episódio</strong>, podemos dizer que os produtores finalizaram a série dignamente. A representação de um personagem que perdeu a fé no mundo, em todas as suas camadas de existência, é precisa e guia sua vingança. Mas e agora? O que mais poderia vir depois?</p>
<p style="text-shadow: none;">Isso só o tempo dirá. E não será através de Cronos, porque esse Kratos já fez questão de tirar do caminho.</p>
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		<title>Heavy Rain</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 16:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Heavy Rain foi um dos jogos mais aguardados do Playstation 3. Isso porque se propôs a inovar tanto em sua mecânica quanto em sua narrativa. Durante o desenvolvimento das mais de mil páginas de seu roteiro, o jogo apresenta ao jogador uma espécie de filme interativo sobre quatro personagens, que num primeiro momento são independentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-2434" style="text-shadow: none;" title="Heavy-Rain-US-box-art" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Heavy-Rain-US-box-art-260x300.jpg" alt="" width="260" height="300" /><strong>Heavy Rain</strong> foi um dos jogos mais aguardados do <strong>Playstation 3</strong>. Isso porque se propôs a inovar tanto em sua mecânica quanto em sua narrativa. Durante o desenvolvimento das mais de mil páginas de seu roteiro, o jogo apresenta ao jogador uma espécie de filme interativo sobre quatro personagens, que num primeiro momento são independentes um do outro, mas que possuem uma história que de alguma forma chega ao Assassino do Origami, um <em style="text-shadow: none;">serial killer</em> que deixa um origami na mão e uma flor no peito de suas vítimas.</p>
<p style="text-align: justify;">No decorrer do jogo você controla <strong>Scott Shelby</strong>, um detetive particular; <strong>Norman Jayden</strong>, agente do FBI; <strong>Ethan Mars</strong>, um pai que perdeu seu filho e <strong>Madison Paige</strong>, que não tem sua profissão revelada num primeiro momento. Todos os personagens possuem um perfil bem diferente, o que abre uma possibilidade de desenvolvimento de personagens muito grande. Desde coisas simples, como a privacidade física deles, até as coisas mais íntimas de seus sentimentos. Esses aspectos são os mais explorados nessa forma cinematográfica, com os gráficos precisos sempre ressaltando as expressões faciais e a iluminação para criar os melhores climas. A trilha sonora também é muito competente em Heavy Rain, alimentando ainda mais a atmosfera de suspense e insegurança do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2436" style="text-shadow: none;" title="41501-158192-HR3JPG-noscale" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/41501-158192-HR3JPG-noscale1-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" />O <strong>gameplay</strong> de Heavy Rain é também um dos grandes pontos interessantes do game. O jogador tem que realizar todos os comandos possíveis e imagináveis: desde fazer um movimento para tirar algo do bolso até um comando para que um personagem use uma bombinha de asma ou passe eyeliner para se maquiar. Esses eventos também de certa forma ajudam a criar uma afinidade maior com os personagens, pois parece mesmo que se trata de uma pessoa. A experiência só não é como um RPG ocidental porque você não cria seu personagem; o jogador apenas atua como o motor da história, fazendo o que for preciso para que ela continue.</p>
<p style="text-align: justify;">E ela continua de várias maneiras diferentes. Cada <strong>escolha</strong> feita no jogo influencia no futuro da trama. Por exemplo, há uma cena, logo no início do jogo, em que o detetive Scott Shelby vai interrogar uma prostituta. Essa parte, dependendo de como for o desenrolar de seu gameplay, fará com que a mulher te dê uma informação em outro momento do jogo, mais pra frente. E essas variações acontecem com todos os personagens. Muita coisa pode acontecer. E a finalização também pode mudar, de acordo com os <strong>rumos</strong> que o jogador deu à sua <strong>narrativa</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-2435" style="text-shadow: none;" title="thumb" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/thumb-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" />A experiência de se controlar personagens tão reais em meio a uma trama que envolve um assassino em atividade é realmente imersiva. O perigo parece estar a cada esquina, a cada novo comando. E o risco vale a pena de ser experimentado. Heavy Rain já é um dos maiores destaques do Playstation 3 e promete lançar tendências no que diz respeito a desenvolvimento de história e gameplay.</p>
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		<title>Final Fantasy XIII</title>
		<link>http://www.produtopia.com.br/final-fantasy-xiii/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 20:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos]]></category>
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		<description><![CDATA[Final Fantasy XIII foi, indiscutivelmente, um dos jogos mais esperados para essa atual geração de videogames. Isso porque a tradição da série, de superprodução e de histórias marcantes, estava prestes a usufruir das maravilhas tecnológicas proporcionadas pelos novos sistemas. E, como sempre, havia também a expectativa com relação às mudanças na estrutura do jogo, coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p style="text-shadow: none;"><object style="text-shadow: none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="610" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eJPbozRomX4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="text-shadow: none;" type="application/x-shockwave-flash" width="610" height="385" src="http://www.youtube.com/v/eJPbozRomX4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2411" style="text-shadow: none;" title="ffxiiips3" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/ffxiiips3-260x300.jpg" alt="" width="208" height="240" /><strong style="text-shadow: none;">Final Fantasy XIII</strong> foi, indiscutivelmente, um dos jogos mais esperados para essa atual geração de videogames. Isso porque a tradição da série, de <strong style="text-shadow: none;">superprodução</strong> e de<strong style="text-shadow: none;"> histórias marcantes</strong>, estava prestes a usufruir das maravilhas tecnológicas proporcionadas pelos novos sistemas. E, como sempre, havia também a expectativa com relação às mudanças na estrutura do jogo, coisa que a <strong style="text-shadow: none;">Square-Enix</strong> nunca hesita em variar.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Com a 13ª edição, não foi diferente. De cara, o que o jogador pode perceber é que houve um trabalho massivo na parte gráfica. Os <strong style="text-shadow: none;">gráficos</strong> que sempre foram um dos pontos mais fortes de Final Fantasy aqui se desenham em pixels da mais alta definição possível. As cenas não-interativas ressaltam ainda mais o esmero da produtora com seu universo e seus personagens, destacando cada fio de cabelo, cada expressão facial e cada perspectiva de luz da forma mais fiel possível, tornando a experiência extremamente imersiva. Falando em imersão, não há como deixar de destacar o principal ponto de investimento da Square-Enix nesse título:<strong style="text-shadow: none;"> a narrativa envolvente</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">A história desse novo episódio é o que molda o restante do jogo. Isso pode parece estranho de se compreender, mas o jogo mesmo mostra essa realidade. No papel principal está <strong style="text-shadow: none;">Lightning</strong>, uma personagem de personalidade forte, quase uma versão feminina do lendário <strong style="text-shadow: none;">Cloud</strong>, de <strong style="text-shadow: none;">Final Fantasy VII</strong>. Junto com os outros personagens, Lightning é descrita na sinopse como uma escolhida para salvar um mundo que não quer ser salvo. Esse mundo é <strong style="text-shadow: none;">Cocoon</strong>, onde o jogo começa. O outro mundo, para onde vão os “indesejados” (para não revelar muita coisa) é <strong style="text-shadow: none;">Pulse</strong>, um lugar hostil, amplo e natural, enquanto Cocoon é uma utopia de tecnologia.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-2415" style="text-shadow: none;" title="final-fantasy-xiii-gameplay" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/final-fantasy-xiii-gameplay-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />Mas como exatamente essa história interfere na estrutura do jogo? É aí que entra o estilo da narrativa: Final Fantasy XIII está mais perto de um <strong style="text-shadow: none;">filme</strong> do que qualquer outro Final Fantasy. São várias as sequências de diálogos entre os personagens e o desenvolvimento de cada um deles numa dimensão maior do que antes. Essa intrínseca relação entre gameplay e roteiro é o que faz de Final Fantasy XIII um jogo tão linear.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Houve uma série de reclamações dos fãs mais puristas, dizendo que era tudo muito limitado e não havia mais a liberdade de <strong style="text-shadow: none;">exploração</strong> de antes. Em parte, eles estão certos: há um só caminho, pelo menos durante a maior parte do jogo. E é isso que proporciona o <strong style="text-shadow: none;">desenvolvimento</strong> da história tal como ela é: de outra forma talvez não fosse possível. Em determinado momento do jogo, depois da metade, os personagens acabam indo para Pulse, numa área chamada Gran Pulse. E é aí que as 62 missões extras podem ser feitas, para aliviar um pouco a agonia dos que temem a linearidade.</p>
<p style="text-align: justify; text-shadow: none;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2414" style="text-shadow: none;" title="finalfantasyxiii364" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/finalfantasyxiii364.jpg" alt="" width="474" height="266" /></p>
<p style="text-align: justify; text-shadow: none;">O <strong style="text-shadow: none;">sistema de batalha</strong> também é bem diferente dos demais jogos da série. Talvez a única coisa que seja familiar é o <strong style="text-shadow: none;">ATB</strong> (Active Time Battle, aquela barrinha que quando cheia permite a execução dos comandos) e as magias já conhecidas. Só que mesmo o ATB é usado de maneira diferente: a barra é formada por slots, que vão aumentando de quantidade conforme o desenvolvimento da história e dos personagens. Cada comando, seja um simples ataque ou uma magia, demanda uma certa quantidade desses slots. Sendo assim, não há mais MP (Magic Points).</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2412" style="text-shadow: none;" title="finalfantasyxiii312" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/finalfantasyxiii312-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />Por serem vários slots, portanto, é possível organizar uma sequência de comandos para ser executada de uma vez. E a combinação desses ataques muitas vezes pode servir para fazer estratégias. Aliás, estratégia é a palavra mais adequada para sintetizar o novo sistema de “jobs”: os <strong style="text-shadow: none;">roles</strong>. Cada personagem tem seus roles, seus “perfis” de ações possíveis: há o <strong style="text-shadow: none;">Commando</strong>, mais ofensivo, com golpes físicos como destaque; o <strong style="text-shadow: none;">Ravager</strong>, que conta com a utilização de magias ofensivas; o <strong style="text-shadow: none;">Medic</strong>, encarregado de curar os personagens; o <strong style="text-shadow: none;">Saboteur</strong>, que se utiliza de magias para causar status negativos ao inimigo; o <strong style="text-shadow: none;">Synergist</strong>, que usa magias que causam status positivos aos aliados e o <strong style="text-shadow: none;">Sentinel</strong>, que se faz de escudo para chamar a atenção dos inimigos. Esses roles podem ser trocados durante as batalhas através de um sistema chamado <strong style="text-shadow: none;">Paradigm Shift</strong>, que proporciona uma complexidade grande às lutas.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">A partir de determinado momento do jogo, todos os roles são liberados para todos os personagens, possibilitando ainda mais combinações. O interessante é que, pela variedade de configurações, as possibilidades são muitas, dependendo do perfil de quem está jogando. As Eidolons também estão presentes, uma para cada personagem (e até elas estão ligadas às suas histórias pessoais).</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Com relação ao sistema de evolução, não há mais level, mas sim um sistema chamado <strong style="text-shadow: none;">Crystarium</strong>, parecido com o <strong style="text-shadow: none;">Garment Grid</strong> de <strong style="text-shadow: none;">Final Fantasy X</strong>, onde o jogador ativa habilidades pelo uso dos pontos ganhos nas batalhas. Esses pontos são ganhos de acordo com seu desempenho: ao fim de cada combate, aparece determinada quantidade de estrelas, que o jogo dá ao jogador analisando a eficácia de seus comandos para eliminar o adversário. Esse desempenho não interfere apenas na quantidade de pontos a serem usados depois no Crystarium, mas também na possibilidade de obtenção de certos itens dos inimigos.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-2413" style="text-shadow: none;" title="finalfantasyxiii355" src="http://www.produtopia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/finalfantasyxiii355-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />Outro aspecto técnico do jogo que não se pode deixar de elogiar é a <strong style="text-shadow: none;">trilha sonora</strong>. Com certeza, é uma das melhores trilhas de toda a série. Até a música da cantora Leona Lewis usada (o que não é normal, por ser uma cantora ocidental) se encaixou perfeitamente no clima. Em cada área, logo de cara já dá pra perceber as mudanças nas músicas, o que se torna um atrativo a mais para aproveitar cada lugar por onde os personagens passam durante a história.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: justify;">Final Fantasy XIII apresenta aos jogadores muitas<strong style="text-shadow: none;"> mudanças</strong>, tanto na estrutura quanto no estilo narrativo, mas o faz com qualidade inegável. Mais uma vez, a Square-Enix não economizou na ousadia e decidiu fazer tudo diferente, para proporcionar uma experiência nova, e não apenas uma antiga renovada. O jogo só tem um ponto negativo: deixar nostálgicos os aventureiros que terminam suas intensas horas e os deixar esperando pelo próximo episódio.</p>
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